BRASIL XTREME: 15/12/2009

DLC Water de LBP será pago e tem data de lançamento

DLC Water de LBP

O esperado DLC que acrescenta água ao LittleBigPlanet será pago e vai ser lançado dia 22 de Dezembro.O DLC virá em um pacote de cinco fases inspiradas nos filmes da série Piratas do Caribe e custará 5.99USS.

O pacote de fases inclui:

  • DLC de água(Água,roupa de mergulho,interruptor de água e máquina de bolhas)
  • Cinco fases inpiradas no filme
  • Uma roupa de canibla
  • Quatro músicas novas
  • Um fundo de cenário
  • Oito materiais
  • Quatorze decorações
  • Cento e trinta e três adesivos
  • Onze troféus

Também será lançado roupas das personagens do filme vendidos separadamente por 2.99USS ou em conjunto por 5.99USS.Os personagens escolhidos foram

  • Capitão "Sack" Sparrow
  • Capitão Barbossa
  • Elizabeth Swann
  • Will Turner
  • Davy Jones
  • Tia Dalma
Post. Alexsander Franco Rosa 15.12.09 0 Comente está noticia clicando logo abaixo! Full Story

Final Fantasy XIII: Edição especial?

Final Fantasy XIII screenshot
Final Fantasy XIII screenshot
Final Fantasy XIII screenshot
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Life with PlayStation recebe actualização

Life with PlayStation

Conhecido por muitos de nós, o Life with PlayStation é um canal, localizado no separador "rede" do XMB do PS3, que leva até aos jogadores notícias de vários países do mundo.

Hoje, o serviço recebeu uma actualização, que adiciona algumas melhorias ao programa. Além de ser possível ver notícias, transmissões em direto de câmeras, o clima, entre outros, neste "update" 1.20 foram adicionadas as funções de reprodução de vídeo e de "slideshows" de fotografias. Além disso, para os norte-americanos, é possível navegar pelo canal "PlayStation®Network Game Trailers Channel" e ver a últimas novidades de trailers e vídeos presentes na PlayStation Store.

Esta actualização não é certamente um chamariz para grande parte da comunidade de jogadores, sobretudo porque o Life with PlayStation não está integrado dinamicamente com o menu da PS3. No futuro, quem sabe, esta situação poderá inverter-se.

PS. Não se esqueçam que este serviço tmb ajuda a universidade de Stanford a descobrir curas para doenças, usando o poder de procesamento do PS3 que nada mais é que 8 procesadores de 3.2ghz!!!

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Matéria da Globo fala mau de COD Modern Warfare 2

COD Modern Warfare 2

Jogo passa 'a pior imagem possível' do Rio

, diz delegada sobre Call of Duty 2
Game tem fase que se passa dentro de uma comunidade carioca.
"O que vemos dentro da favela é que existe vida", diz Helen Sardenberg.

Não é novidade que o Rio de Janeiro entrou no mundo dos jogos eletrônicos como o cenário de combates sangrentos entre criminosos e policiais. Mas no game "Call of Duty: modern warfare 2", um dos jogos mais badalados do momento, a fase que se passa dentro de uma favela carioca tem provocado polêmica. Para quem convive diretamente com a realidade das comunidades, houve exagero ao retratar a violência nestas regiões.

"Quando se associa o Rio de Janeiro, principalmente a imagem do Cristo Redentor, com a imagem estereotipada da favela, num primeiro momento, para quem não conhece a realidade, pode parecer sim. Mas o que vemos dentro da favela é que existe vida, e o jogo não mostra isso" disse a delegada titular Helen Sardenberg, da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) do Rio de Janeiro.

Na fase que mostra a favela carioca, os "mocinhos" têm que encontrar um terrorista que está escondido entre os becos e vielas que circundam milhares de barracos de uma favela. Para a delegada, apesar de a violência fazer parte do cotidiano dos moradores destas regiões, não há semelhança entre as operações policiais e as cenas produzidas pelo jogo.

"Eu acredito que o jogo foi criado por pessoas que não convivem com a realidade das comunidades. (O jogo) passou a pior imagem possível e tenta instigar uma ideia de guerra (...) Eu achei que a ação é exagerada. Ela simula mais uma guerra do que uma ação policial. Não fica claro pra quem está jogando qual o objetivo daquela ação, enquanto que, na ação policial, os policiais têm objetivo", explicou.

Ela ressalta que um dos principais "erros" do jogo são as armas usadas pelos protagonistas do jogo. "A gente vê no jogo utilização de granadas, o que não se usa, por causa do potencial lesivo. Com relação a outros tipos de armas, eu posso dizer que são armas poderosas, que são utilizadas em situação de exceção, e não de regra".

E conclui: "O jogo estimula no jogador uma imagem de que todo aquele tipo de arma é necessária para o confronto, quando não. Num primeiro momento, nós temos que trabalhar com armas não letais, com mediação".

Guerra em casa

A grande imersão proporcionada por alguns jogos de videogame da atualidade os coloca níveis acima de outras produções culturais como filmes e músicas e transforma o título em um padrão a ser seguido por toda a indústria. A realidade que o game "Call of duty: modern warfare 2" consegue apresentar é tanta que, por meio dos gráficos e do som ininterrupto dos tiros, o jogador se sente dentro de uma verdadeira zona de combate.

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Um pouco de censura não faz mal a ninguém

Crianças jogando videogames

Lidando com tecnologia há mais de 30 anos, acompanhei de perto a escalada dos videogames violentos na preferência de crianças e adolescentes. Defensores desse tipo de jogos de computador repetem indefinidamente o argumento de que um simples game não é capaz de influenciar o comportamento de personalidades em formação e não aumentam em nada as chances de que se tornem adultos violentos.

É claro que o papel dos pais e dos professores na educação das crianças é muito mais decisivo do que a influência da TV e dos games. Mas se os próprios pais acham mais confortável deixar que os filhos se entretenham de maneiras que não lhes deem trabalho, então a situação pode fugir ao controle, com possíveis consequências negativas.

Há poucos anos fui a um churrasco onde reencontrei vários amigos que já eram pais e levaram seus filhos. Passamos cerca de 12 horas por lá. Durante quase todo esse tempo, meninos e meninas ficaram enfiados em um quarto jogando videogames de tiro em primeira pessoa, explodindo miolos de inimigos e monstros com rifles, pistolas e bazucas. Foram horas a fio de sangue espirrando e gente morrendo.

O sol lá fora estava lindo, mas elas não curtiram a piscina, não correram, não se arranharam, não conversaram e mal comeram. Só ficaram bebendo refrigerante, beliscando algum salgadinho e dando tiros sem parar, com cara de autômatos hipnotizados e abobalhados diante da rotina incessante de violência audiovisual. Já os pais estavam mais preocupados em botar a conversa em dia e, quanto menos os filhos os incomodassem, melhor.

Expor crianças e adolescentes à brutalidade gratuita da TV e dos videogames sanguinolentos é algo que banaliza a violência. Com a repetição da carga informativa, a atitude mental violenta se transforma em um hábito, de modo que, em um caso extremo, atirar na cabeça de alguém começa a parecer algo corriqueiro e sem maiores consequências.

Já não é novidade vermos no noticiário o caso de algum jovem desequilibrado ou mal amado pelos pais e pelos amigos entrando em sua sala de aula no colégio ou na faculdade e abrindo fogo contra professores e colegas de classe. E, em geral, se matando logo em seguida.

É impossível impedir o acesso a videogames violentos. Diante de uma proibição, a consequência imediata é que o título proscrito se torne ainda mais desejado e procurado, aumentando sua cotação no mercado negro.

A missão de filtrar o que entra na cabeça de um jovem é mesmo dos pais. E isso exige autoridade para impor restrições e filtrar conteúdos. Só que, infelizmente, a palavra censura aqui no Brasil virou palavrão. Quanto tempo demorará até que nossa sociedade se conscientize de que censura moderada faz mais bem do que mal?

Talvez seja o momento de buscar inspiração na Natureza, observando como funciona nosso próprio corpo. Se algo ameaça a integridade do sistema, o próprio corpo "censura" o invasor. E se o faz é pelo bem de todo esse mesmo sistema. É uma reação de autodefesa.

Considerando que uma criança ainda não tem discernimento para se defender de conteúdos prejudiciais, a quem caberia essa missão? Censurar programas de TV que nossos filhos assistem e controlar os joguinhos de computador com que eles brincam nada mais é do que proteger nosso tesouro mais caro.

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FFXIII com edição coleccionador na Europa

Final Fantasy XIII

De acordo com as informações contidas na última newsletter da Square Enix, os europeus vão ter direito a uma edição coleccionador de Final Fantasy XIII.

Infelizmente, o conteúdo dessa edição ainda está mantido em segredo pelo que teremos que aguardar pela próximas semanas para sabermos mais novidades.

Ainda sobre Final Fantasy XIII, Sonia Im, gestora de relações públicas da Square Enix, revelou na sua conta do Twitter, que durante os próximos dias a companhia irá anunciar uma agradável surpresa relacionada com o título. Há quem diga que se trata do anuncio de uma demo que será lançada no ocidente para comemorar o lançamento do jogo no Japão já na próxima Quinta-feira.

Relembramos que Final Fantasy XIII vai chegar à Europa e Estados Unidos no próximo dia 9 de Março.

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DLC confirmados para Heavy Rain

Heavy Rain

Depois de uns meses atrás David Cage ter dito em entrevista que estava em conversações com a Sony sobre possíveis conteúdos descarregáveis para Heavy Rain, agora chegou a vez de Guillaume de Fondaumiere, produtor executivo do jogo, confirmar.

Em entrevista ao Joystiq, de Foundaumiere falou sobre o desafio de publicitar o jogo. "É um jogo difícil de publicitar, porque é difícil para as pessoas perceberem que tipo de jogo é até o experimentarem. Por isso vamos ter de o mostrar às pessoas. Provavelmente iremos dar a conhecê-lo através de uma demo para elas poderem experimentar e ver o tipo de experiência única e diferente que ele é."

Já no final da entrevista, e em jeito de despedida, Foundaumiere aconselhou os fãs a não venderem o jogo mesmo depois de completarem a história. "Comprem o jogo, mas não o vendam. Fiquem com ele. Vão precisar dele para continuar a jogar a mais episódios no mesesseguintes ao lançamento do jogo."

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PS3 Slim, poderia ainda ser mais Slim

PS3 Slim

Após o anúncio do PS3 Slim, e do aparecimento das primeiras imagens, começaram as críticas sobre o tamanho do novo Slim, pois afinal não é assim tão Slim, como foram as remodelações das versões anteriores.

Este novo modelo é um pouco mais quadrado nas sua formas e opta por uma cor com tons mais foscos. O console é 32% mais pequeno, 36% mais leve. Mas as coisas poderiam ter sido diferentes.

Numa entrevista concedida ao Nikkei, Masayuki Chatani da SCE, afirma que havia planos não só para tornar o PS3 ainda mais pequeno, bem como resolver o problema do HD.

A solução passaria por usar memória flash, em vez do HD, resultando assim em menos barulho e redução do tamanho. A outra solução seria não existir qualquer HD, sendo que toda a informação seria guardada na PlayStation Network. Desde ficheiros de jogos guardados, configurações, e até mesmo informação dos jogos.

Masayuki Chatani afirma que ambas as hipóteses foram equacionadas, mas que o preço final seria muito alto para a quantidade de espaço que o PS3 precisa.

Assim foi mantido o HD, mas mesmo assim poderiam ter reduzido por colocar fora do PS3, tal como aconteceu com a PS2. Mas essa solução foi deixada de lado, pois segundo palavras de Chatani, trazia problemas de transporte e de utilização.

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