A Square-Enix, uma das maiores e mais respeitadas desenvolvedoras e editoras do mundo dos games, já está de olho no futuro. Segundo notícias da época, a empresa japonesa já estava iniciando trabalhos conceituais e de planejamento para a próxima geração de videogames, aquela que sucederia os consoles então atuais, como PlayStation 3, Xbox 360 e Nintendo Wii.
Esse movimento não era surpresa para a indústria. Desenvolvedoras de grande porte sempre começam a pesquisar e experimentar com novas tecnologias anos antes do lançamento oficial de novos hardwares. Para a Square-Enix, isso significava pensar em como as histórias épicas, como as da série Final Fantasy, e os mundos abertos expansivos, como os de Dragon Quest, poderiam evoluir gráfica e tecnologicamente.
Na época, os rumores apontavam que as discussões internas focavam em melhorias significativas nos gráficos, na inteligência artificial dos personagens não-jogáveis (NPCs) e, principalmente, na integração de experiências online mais robustas. A empresa já havia lançado títulos aclamados na geração "atual" (como Final Fantasy XIII e Kingdom Hearts II), e o objetivo era superar essas referências na próxima etapa.
Um ponto-chave era a capacidade de processamento paralelo, algo que os futuros processadores prometiam entregar. A Square-Enix queria explorar isso para criar mundos mais vivos e dinâmicos, com efeitos de clima e destruição mais realistas, além de permitir um número maior de personagens em tela ao mesmo tempo, sem perda de desempenho.
Para os fãs, era uma notícia empolgante, garantia de que as franquias favoritas continuariam a liderar a inovação. A empresa também sinalizava que continuaria apoiando múltiplas plataformas, trazendo seus grandes títulos para os consoles da Sony, Microsoft e, potencialmente, novos entrantes no mercado.
A Square-Enix sempre foi conhecida por empurrar os limites técnicos de cada geração. Do 16-bits do Super Nintendo com a的第一 Final Fantasy, passando pela transição para 3D no PlayStation com Final Fantasy VII, até a era HD com Final Fantasy XIII. Agora, o olhar estava fixo na seguinte fronteira: a "próxima geração" prometia ser um salto ainda maior em termos de imersão e escopo.
Resumo: Em 2010, a Square-Enix já havia iniciado projetos preliminares para a geração seguinte de consoles, focando em avanços gráficos, IA e online. O objetivo era garantir que suas franquias marcas continuassem definindo padrões de qualidade e inovação no mundo dos games.
