BRASIL XTREME: 27/09/2009

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Todos os carros de GT 5 vão ter danos

Gran Turismo 5 danos

Há algumas semanas foi finalmente confirmando, na GamesCom, que Gran Turismo 5 ia ter sistema de danos. No entanto, depois foi-nos dito que nem todos os bólides iriam partilhar desta opção.

Agora, segundo a equipa de produção, todos os mais de 1000 carros presentes em GT 5 vão contar com danos, embora nem todos com o mesmo nível de deformação. Desta forma, enquanto que alguns vão poder deformar-se, saltarem peças e ainda afectar as partes mecânicas, em outros carros vamos poder ver apenas a superfície dos mesmos riscada.

Isto explica a diferença entre os danos em carros de corridas e os veículos de estrada, sendo que estes últimos serão mais resistentes. No entanto, tendo o jogo sido puxado para 2010, ainda muito poderá ser alterado em Gran Turismo 5, Agora só nos resta aguardar.

Jogos PS3 produzidos no brasil

''Essa pegou a gente de surpresa. Os primeiros jogos de Playstation 3 prensados no Brasil já estão à venda em lojas do país inteiro, e por preços compatíveis ao dos jogos da nova geração de videogames. Quem deu a notícia foi o SelectGame.

Você já pode encontrar os Blu-rays nacionais dos jogos da Sony em diversas lojas online, como aqui no Ponto Frio. Reparem no logo de classificação do jogo, utilizando o padrão adotado em todo o país. Segundo conseguimos apurar, os lançamentos estão saindo na faixa de 179 reais, apenas 10 reais mais caro do que o preço "padrão" dos lançamentos para Xbox 360 publicados aqui. Já jogos mais antigos podem ser encontrados até por 99 reais.

Apesar do preço ainda ser alto para os padrões brasileiros, já é um grande avanço. Não é incomum lançamentos importados serem vendidos por quase 300 reais em lojas legais. Como ainda não existe pirataria para os jogos do PS3, aqueles que não tinham um cartão internacional somente poderiam recorrer ao preço abusivo praticado. Com a impressão dos jogos feitas aqui no Brasil e a queda brusca no preço do console (que está apenas umas poucas centenas de reais mais caro que o Nintendo Wii), aliada à falta de confiabilidade do Xbox 360, tudo conspira para que o negão da Sony se torne o principal console do mercado brasileiro.''

Depois em uma entrevista a sony disse que isso é apenas o começo da adaptaçao da sony no brasil, o preço dos jogos ainda sao considerados altos pela compania,que vai começar a produzir o blu-ray no brasil em novembro desse ano,para os jogos sofrer uma queda de 40%,onde jogos lançamentos vao custar 99 reais,e jogos remakes poderam ser achados até por 49.90.

Reparem que o BOX dos jogos é do padrao BLU-RAY FILME, mais a esse preço, podia ser ate em caixa de DVD, outro detalhe é que os menus dos jogos estão em português!

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PS:pelo que eu vi acima os jogos virao todos legendados em portugues,um sonho para o gamer brasileiro,ver os jogos pelo menos legendados em portugues,ja que quando se é exportado tem apenas a linguagem do pais que foi feito.agora resta esperar a produçao do blu-ray para podermos achar os jogos por 99 reais jogo lançamentos.

Comparativo vendas na semana (JAPAO)

Consoles de nova geração

A Media Create, empresa auditora das vendas da indústria de videogames no Japão, divulgou relatório do período que vai de 15 a 21 de setembro de 2009.

Vendas de sistemas de video game no Japão (período: 15/09 a 21/09)
Console de mesa:
01. PS3. 51.055
02. Wii. 16.698
03. X360. 4.965
04. PS2. 2.723

Após a redução de preço o PS3 mais uma da um banho na concorrência

Obs.: número de unidades comercializadas.

Capcom anuncia Resident Evil 5: Alternate Edition

A Capcom anunciou, durante a Tokyo Game Show, uma versão alternativa de Resident Evil 5. Entitulada RE5 Alternate Edition, o Jogo, primeiramente, sairá apenas para Playstation 3, e usará o sistema de controles por movimento do console da Sony. Como citado ontem por Patricia Ja Lee, Jill estará presente ao lado de Chris em um dos conteúdos extras do game. Mais detalhes sobre a edição, que será lançada na primavera americana de 2010 (outono no Brasil),

GRAN TURISMO: A Lenda Viva - Toda a história da série

Começaremos a falar sobre o inicio da serie deste incrível jogo que atraiu fãs entre todas as plataformas para saborear a melhor e mais verdadeira simulação real de jogos de carros de todos os tempos.

Gran Turismo Série

Gran Turismo é uma série de simulação de corridas e gerenciamento de carros para video games PlayStation. Os jogos da série sempre se destacaram por sua superioridade gráfica e jogabilidade, além da grande quantidade de carros. A versão original foi o "best seller" para PlayStation, e suas versões seguintes mantiveram um grande sucesso. A série é produzida pela produtora Polyphony Digital.

A História

Havia algum tempo que a Sony, criadora e produtora do antigo Playstation (PSX ou PSOne), vinha reparando no grande sucesso dos jogos de Corrida, tanto de seu console como nos das concorrentes (Nintendo 64, por exemplo). Need For Speed havia abandonado os arcades e destacava-se com grande sucesso no PlayStation 1. Alguns produtores japoneses procuravam uma produtora boa para realizar sua grande idéia: Um Simulador de Corrida Completo, em que você tem que até tirar licença para dirigir. Eles pensavam em colocar carros reais, modelos e protótipos reais e usar tudo isso sob licença das maiores e mais (ou menos) conhecidas montadoras de carros.

Gran Turismo

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Gran Turismo - (abreviamente GT) é um jogo de corrida concebido por Kazunori Yamauchi. Gran Turismo foi desenvolvido por Polyphony Digital e da Sony Computer Entertainment em 1997 para o Playstation. O jogo vendeu mais de 10,5 milhões de cópias (o jogo mais vendido para Playstation).

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Jogabilidade

Há dois modos onde o jogador pode jogar, Quick Arcade e Simulation(GT mode); no modo Arcade o jogador escolhe um carro e uma pista, vencendo libera-se carros e pistas. No Simulation o jogador deve tirar licença para poder participar em corridas e ganhar dinheiro. O dinheiro ganho nos campeonatos do jogo poderá ser usado para comprar outros carros e modificar os existentes na garagem, os campeonatos também liberam carros, um vídeo e pistas extras.

Ao todo Gran Turismo 1 possui 178 carros e 11 pistas.

Gran Turismo 2

Gran Turismo 2 - (também conhecido pela abreviação GT2) é um simulador de corrida/jogo de corrida, lançado para o Playstation. Gran Turismo 2 foi desenvolvido pela Polyphony Digital e distribuído pela Sony Computer Entertainment em 1999. O jogo é a seqüência de Gran Turismo, também para o Playstation.

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O Jogo

Gran Turismo 2 se baseia fundamentalmente no gênero de corrida de carros. O jogador deve dirigir um automóvel para competir contra pilotos artificialmente inteligentes em várias pistas. O jogo utiliza dois modos: Arcade e Simulation. No modo Arcade, o jogador pode escolher livremente as pistas e veículos. Porém, no modo Simulation o jogador precisa conseguir, no próprio jogo, "Carteiras de Motorista", pagar pelos veículos e conseguir mais troféus, com o objetivo de disponibilizar mais pistas. Gran Turismo 2 possui cerca de 650 automóveis, além de 27 pistas de corrida. Diferentemente do anterior, o jogador pode participar de eventos em separado, ao invés de um só torneio com várias corridas. O jogador também não precisa mais de se qualificar para cada corrida.

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Carros

Até o momento do lançamento, GT2 possuía uma das maiores listas dos então carros novos e clássicos em um só jogo, com cerca de 650 em uma grande lista de montadoras, de Acura a Venturi. Para fins de comparação, o Gran Turismo original e o Gran Turismo 3: A-Spec tinham, cada um, menos de 200 carros. Certas montadoras notáveis, como Ferrari e Porsche, não participaram já que as licenças necessárias não puderam ser obtidas. Todavia, no caso Porsche uma companhia que o modifica, a Ruf, é oferecida como alternativa.

Gran Turismo 3 A-Spec

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Gran Turismo 3 A-Spec - Foi lançado na mídia em DVD-ROM, sendo um dos primeiros jogos do PlayStation 2 a trabalhar com esse tipo de media, que tinha capacidade de armazenamento de mais de um gigabyte de dados.

Jogabilidade

"Gran Turismo 3" apresenta novos elementos para a série, como as mudanças de combustível. Quando, na distância percorrida, o combustível se acumula no motor, o desempenho do veículo degrada progressivamente, até que um aviso de luz acende no painel durante o jogo, sinalizando que é necessário trocar o óleo.

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No entanto, GT3 possui muito menos veículos (pouco mais de 150) em relação ao GT2 (cerca de 650). Isto é atribuído em grande parte ao trabalho necessário de adição e configuração de novos gráficos, que são mais detalhados e com estatísticas para os automóveis. Outra novidade é a capacidade de vencer a Fórmula 1 Endurance Races de automóveis, o que faz do jogo significativamente o melhor nos Endurance Races (exceto no Roadster Challenge em Apricot Hill).

Entre as mudanças, estão à omissão da capacidade de "race modify" ou adicionar "down force", a remoção de suspensão, de danos e também re-ausentes de torque, limitados para as corridas.

Os desenvolvedores colaboraram com computadores e periféricos "Maker Logitech", o que resultou para GT Force uma aparência totalmente renovada e equipada.

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Gran Turismo 3: A-Spec é considerado um sucesso comercial para a Sony no Japão, Europa e América do Norte. O jogo é altamente elogiado pelos comentadores e pelos jogadores e é considerado como um dos melhores jogos de corrida de todos os tempos. A IGN conceituou-o com uma nota de 9,8 e a gamespot conceituou-o com a nota de 9,4, e freqüentemente aparece no "top 100 listas."

Apenas no mês de dezembro de 2007, o jogo vendeu 1.890.000 cópias no Japão, 714.0000 na América do Norte, 584.0000 na Europa e 10.000 no Sudeste da Ásia.

Gran Turismo Concept

Devido ao seu bom acolhimento, uma versão curta, Gran Turismo Concept, foi lançada em várias partes do mundo com exceção da América do Norte em 2002. Ela incluiu novos modelos revelados durante a famosa Motor Shows na Ásia e na Europa.

Gran Turismo 4

Foi lançado em 10 de Janeiro de 2005, no Japão e Hong Kong (NTSC-J), 22 de fevereiro de 2005 nos Estados Unidos (NTSC-U / C), e de 9 de março de 2005, na Europa (PAL), e desde então tem sido Re-emitidos ao abrigo da Sony "Greatest Hits" linha.

Depois de ser adiado por mais de um ano e meio pela Polyphony Digital, e apesar do lançamento de Gran Turismo 4 Prologue e seu modo online removido (mais tarde adicionaram no Gran Turismo 4,a versão Online para teste), Gran Turismo 4 foi ainda um dos jogos mais vendidos em 2005, e vendeu um milhão de cópias em sua primeira semana no varejo japonês.

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O jogo apresenta mais de 700 carros de 80 fabricantes, desde logo em 1886 a Daimler Motor Transporte e tanto para o futuro como conceitos para 2022. O jogo também apresenta 51 faixas, muitas das quais são novas ou modificados das versões antigas de Gran Turismo.

Versões - Prologue

Gran Turismo 4 se destinava a ser lançado mundialmente no Natal de 2003, mas foi adiado.No entanto a Polyphony lançou Gran Turismo 4 Prologue como prévia para a experiência de GT4.

Online versão teste

Gran Turismo 4 estava originalmente destinado a incluir modo multiplayer online, mas foi substituída por uma LAN mode. No entanto, foi incluído em Gran Turismo 4 uma limitada versão Online de teste que foi entregue livremente para selecionar jogadores no Japão e na Coréia do Sul durante o verão de 2006. Esta versão online beta em público foi usada como experimento para Gran Turismo 5 Prologue.

Modos do jogo

Modo A-spec - Os Jogadores que acumulam pontos por vencer corridas em condições normais de primeira pessoa modo condução, é chamado modalidade A-Spec. Cada corrida de evento pode render até um máximo de 250 pontos A-Spec. Geralmente, uma vitória usando um carro com menos de uma vantagem sobre os adversários AI vale mais pontos.

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Os pontos só podem ser ganhos uma vez, a fim de ganhar mais pontos de um evento que ganhou anteriormente, ele deve ser re-utilizado quando ganhou um carro com menos de uma vantagem sobre os adversários . Depois de um grande número de eventos, foram concluídos contra o desafiante AI campos, um jogador da A-Spec dos pontos totais corresponde um pouco a sua habilidade nível.Os pontos A-Spec não podem, efetivamente, ser utilizado para alguma coisa.

Modo B-spec - O novo modo B-Spec coloca jogadores no lugar de uma corrida de tripulação chefe: dizer como o condutor deve conduzir, quando a passar, e obrigatoriamente parar no pit-stop (pelo acompanhamento do pneu desgastado, nível de combustível e óleo). A velocidade do tempo na corrida pode ser aumentada até 3x, permitindo que as corridas sejam concluída em menos tempo do que levaria na modalidade A-Spec.

A característica, no entanto, deve ser ligada a cada pit stop porque é reposta ao horário normal. O manual do jogo diz o que jogador pode acelerar o modo B-Spec até 5x, mas esta capacidade não está disponível no jogo.

B-Spec são pontos indicados para cada corrida concluída no modo B-Spec. Isso aumenta o nível de habilidade do motorista nas categorias habilidade de veículo, naturalmente perícia, habilidade e batalha. Os jogadores podem assim utilizar o modo B-Spec em corridas mais difíceis à medida que o jogo avança.

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Driving missões

Outra nova adição ao jogo é as Missões de Condução, que são semelhantes em experiência com a licença testes, mas adjudicação conclusão bem sucedida com 250 A-Spec pontos e 1000 ou mais créditos. Cada missão tem lugar com um determinado carro em uma determinada faixa ou seção da pista, e um determinado grupo de opositores.

Existem 4 tipos de missões: A passagem, em que o motorista tem de ultrapassar um adversário dentro de uma certa distância; 3 Lap batle, em que o motorista deve passar 5 opositores ao longo de 3 voltas; Slipstream batle, em que o motorista tem de Ultrapassar adversários por meio de elaboração e 1 Lap Magic, em que o condutor começa com um tempo significativo de pena contra adversários muito mais lento e deve ultrapassar todos eles, no espaço de uma única volta. Ao completar cada conjunto de missões, o jogador ganha como prêmio, um carro.

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Compatibilidade de Hardware

Gran Turismo 4 é o primeiro jogo no PS2 a apoiar a resolução 1080i. Ele também suporta 480p (apenas NTSC) e modos widescreen.

Apesar da falta de jogabilidade online, GT4 não suporta no PlayStation 2 o Network Adapter, que pode ser usado para se comunicar com outros consoles PS2 e criar um multi-tela de configuração. Além disso, o adaptador de rede pode ser usado para jogar jogos em uma sub-rede local para até seis jogadores, embora os carros personalizado não puderem ser utilizados em uma LAN no jogo.

Photo Mode

O novo modo Photo Mode está incluído no jogo, o que permite que o jogador, controlar uma câmera virtual, tirar fotografias dos seus carros na pista ou em locais específicos, incluindo o Grand Canyon. Este jogo é capaz de produzir uma seleção de screenshots com taxa de compressão variável (Normal / Fine / SuperFine) e tamanho (até 1280x960 72dpi), e o usuário pode optar por guardar ou imprimir com o apoio do dispositivo USB.

Vendas

Estes números não incluem as vendas Gran Turismo 4 Prologue.
A partir de setembro de 2007:

5.320.000 na Europa
2.810.000 na América do Norte
1.210.000 no Japão
110.000 na Coréia do Sul
70.000 no Sudeste Asiático
O Total foi de 9.520.000 cópias vendidas.

Curiosidades

Em 2007 no filme Wild Hogs, Billy Madsen é visto jogando Gran Turismo 4 na pista Autumn Ring

Uma porção de um BMW 328i comercial é utilizado em um clipe deste jogo.

No primeiro racha do filme Velozes e Furiosos 1, um japonês está jogando Gran Turismo 1.

O tão esperado Gran Turismo 5

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Esperamos que o quinto jogo da série seja tão bom quanto o primeiro e que traga a melhor simulação de todos os tempos, simulação que este game já provado que é o melhor e sempre reinou neste aspecto. Muita ansiedade para que este jogo venha a estar logo em nossas casas, vai valer muito apena esperar por este magnífico game.

A IGN é um site de jogos e conta com uma equipe muito conceituada que faz criticas sobres os games. A IGN é bastante conhecida pela sua rigidez e criticidade que faz em cima dos games.

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Acredito que a empresa do Gran Turismo 5 deve estar preparando algo muito especial para os Fãs da Série. Já sabemos que o novo jogo da série contará com gráficos incríveis e funcionará a 60FPS, isto faz qualquer fã de jogos de carros ficarem loucos e ansiosos para ver o resultado do game. O jogo contará também com danos nos veículos em colisões e isto com certeza vai deixar o jogo muito alucinante e fazendo com que este novo game da série seja o mais próximo do real possível.

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Nunca um game da série Gran Turismo ficou com notas abaixo de 9.5/10 no site da IGN, apenas com exceção do GT4 Prologue que ainda assim obteve 8.9 e como que sabemos que esta versão é apenas uma parte do Gran Turismo 4 e ainda assim o mesmo conseguiu uma nota muito alta ficando a frente de todos os outros jogos do mesmo gênero pra sua época.

Pontuação da serie através da IGN

Gran Turismo 1 - 9.5
Gran Turismo 2 - 9.8
Gran Turismo 3 - 9.8
Gran Turismo 4 - 9.5

NINTENDO: Historia

Mesmo este sendo um blog sobre PLAYSTATION devemos ter muito respeito com relação a nossa querida concorrente NINTENDO,

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A Nintendo Company Ltd. foi criada em Setembro de 1889 por Fusajiro Yamauchi e fabricava cartões artesanais de um tipo de baralho japonês chamado Hanafuda. Em 1950, Hiroshi Yamauchi, bisneto de Fusajiro, fez uma parceria com a Disney para produzir cartas estampadas com os personagens da empresa norte-americana.

Por volta da década de 1970, a Nintendo começou a perder mercado para empresas de jogos eletrônicos que começaram a surgir, como a Bandai e a Atari. Em resposta, a empresa japonesa produziu pequenos aparelhos eletrônicos chamados game & Watch. Após isso, o criador Gunpei Yokoi começou a criar fliperamas durante o período de 1970 a 1980. No entanto, esses fliperamas da Nintendo não foram utilizados nos Estados Unidos.

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Foi então que Shigeru Miyamoto, um designer que trabalhava para a empresa desde 1977, foi chamado para criar um jogo que utilizasse gabinetes do mal-sucedido Radar Scope. Sem possuir muita experiência no ramo, Miyamoto resolveu criar Donkey Kong, um game sobre um encanador chamado Jumpman (homem que pula), o qual tinha que salvar sua namorada de um gorila malvado. O jogo fez um tremendo sucesso em 1981 e revelou dois dos grandes personagens da Nintendo, o gorila Donkey Kong e o encanador Mario que acabou se tornando o mascote da empresa. Depois, foram criados outros arcades de sucesso, como Donkey Kong Jr. e Mario Bros.

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Em 1983, a Nintendo lançou o Famicon (Family Computer) no Japão e, dois anos depois, o videogame foi lançado nos EUA com o nome de NES (Nintendo Entertainment System). O aparelho foi considerado como o grande salvador do mercado de games que havia entrado em colapso na época, vendendo cerca de 60 milhões de unidades no mundo. Com jogos maravilhosos, como Super Mario Bros., The Legend of Zelda e Metroid, a Nintendo se consagrou símbolo da geração. Uma curiosidade é que as pessoas daquela época não utilizavam o termo "console", preferindo chamar esses tipos de aparelhos simplesmente de "Nintendo".

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Em 1989, a empresa japonesa lançou seu primeiro portátil, o Game Boy.

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Em meados de 1990, a primeira grande concorrente surgiu: a Sega e seu Mega Drive. Foi então que a Nintendo lançou o Super NES em 1991 e as duas empresas, daí em diante, brigaram muito pelo domínio do mercado dos consoles. Mas o Mega Drive não conseguiu manter sua força por muito tempo, pois a dona de Mario criara grandes games, como Super Mario World, Street Fighter II, The Legend of Zelda: A Link to the Past, Super Metroid, Donkey Kong Country e a série Final Fantasy.

No ano de 1995, foi anunciado o Nintendo 64 e, a Sony, que começou a disputar também pelo mercado, criou o PlayStation. Como o console da nova concorrente utilizava CDs ao invés de cartuchos (como o 64, por exemplo), muitos fabricantes abandonaram a Nintendo e foram trabalhar com a Sony. O Playstation então superou o Nintendo 64, que ficou em segundo lugar no ranking dos melhores consoles da época, à frente do sucessor do Mega Drive, o Sega Saturn. Mas isso não quis dizer que a Nintendo criou jogos ruins, muito pelo contrário. Games como The Legend of Zelda: Ocarina of Time, Majora's Mask, Super Mario 64, Paper Mario, Super Smash Bros e muitos outros fizeram grande sucesso na época.

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Em 1996, a empresa japonesa lançou o Game Boy Pocket, versão menor do original. Com ele surgiu uma das séries de maior sucesso no mundo, Pokémon, trazendo lucros absurdos para a empresa. Dois anos depois, surgiu o sucessor do Pocket, o Game Boy Color, trazendo cores aos jogos de bolso.

Em 2001, com a entrada da Microsoft para o mercado de games com seu Xbox, e a criação do Playstation 2, da Sony, a Nintendo trouxe o Game Cube, sucessor do Nintendo 64, para a briga dos consoles. O "Cubo", como foi apelidado pelos brasileiros, iniciou um dos piores momentos para a história da empresa. A Nintendo abandonou a idéia dos cartuchos e resolveu rodar seus games utilizando os mini-DVDs. A idéia por trás disso foi para diminuir a pirataria, pois a tecnologia colocada nessas mídias era muito difícil de falsificar.

Com a forte concorrência, o Game Cube sofreu muito e não obteve sucesso suficiente como o planejado. Os ótimos games que surgiram, como The Legend of Zelda: The Wind Waker, Mario Kart: Double Dash, Super Mario Sunshine, Super Smash Bros. Melee, Metroid Prime, Metroid Prime 2: Echoes e Resident Evil 4, não foram o bastante para que a Nintendo pudesse liderar o mercado nessa época.

Também no mesmo ano, chegou o sucessor do Game Boy Color, o Game Boy Advance, que mais tarde foi substituído pelo Advance SP.

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Porém, a Nintendo soube muito bem como recuperar o sucesso, lançando em 2004 seu novo portátil, o Nintendo DS. Seu conceito inovador que utiliza duas telas, uma delas tocável, resultou em vendas incríveis no mundo inteiro. Os jogos mostraram muito o novo conceito que a Nintendo estava tentando implantar: os games voltados para os jogadores casuais, como Brain Age ou Cooking Mama, por exemplo. Com seu tamanho e peso acima do normal, a empresa japonesa logo lançou um modelo "light" do Nintendo DS. No ano seguinte, a Nintendo ainda criou o Game Boy Micro, uma versão minúscula do Advance SP.

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Aos poucos o período ruim para a dona de Mario foi passando. Em 2006, a mais nova geração de consoles surgiu, trazendo o gigante (no tamanho) Playstation 3 da Sony, o Xbox 360 da Microsoft e o Wii da Nintendo.

Nessa nova era, os videogames das empresas rivais se focaram nos incríveis gráficos que a tecnologia possibilitou. Com imagens perfeitas, o mundo inteiro pensou que esses dois consoles iriam dominar o mercado de games. Doce engando para todos.

Com o novo lema, "Wii would like to play", a Nintendo resolveu direcionar seu console para a área dos gamers casuais, aplicando a tecnologia do sensor de movimentos, trazendo o jogador para "dentro" do game. Sem a preocupação de seguir os moldes dos outros dois consoles, a Nintendo enfrentou milhares de críticas que reclamavam dos gráficos ruins do Wii.

Mas ao chegar às lojas, o console mostrou que sua nova maneira de entreter funcionou muito bem, trazendo lucros absurdos para a Nintendo, que se consagrou como a terceira maior empresa do Japão e líder do mercado de games.

Mesmo assim, os gamers Hardcores puderam continuar confiando na empresa, com jogos excelentes, como Metroid Prime 3, Super Paper Mario, Super Mario Galaxy, The Legend of Zelda: Twilight Princess, Super Smash Bros. Brawl, Fire Emblem e vários outros. Os gráficos são visivelmente inferiores aos dos outros consoles, mas quem jogou Mario Galaxy sabe que gráficos não são tão importantes como a diversão em si, especialidade da Nintendo.

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É por essas e outras razões que a Nintendo é, sem dúvidas,uma das melhores empresas de videogames do mundo.E para os que tem senso de humor, aí vai uns vídeos de alguns donos mostrando todo o carinho pelo Nintendo Wii.Abraços.

RESIDENT EVIL: A História Completa

Resident Evil (chamado de Biohazard no Japão) é um grande divisor de águas na história dos games. A franquia da Capcom sacramentou o que hoje chamamos de Survival Horror, termo dado para games de terror e sobrevivência. Se você gostou de Dead Space, Silent Hill, Clock Tower, Fatal Frame ou até mesmo Left 4 Dead, então agradeça muito à Capcom. Antes de Resident Evil, a Capcom já havia trabalhando em experiências com games de terror, como o pouco conhecido Sweet Home (que também coloca o jogador dentro de uma mansão macabra, cheia de portas trancadas e quebra-cabeças). Dead Space pode ser mais assustador que Resient Evil 5, mas podemos até dizer que Dead Space nem existiria sem a Capcom.

Sim, a Capcom é mesmo uma empresa de respeito.

Vejamos como a franquia sobreviveu a todos estes anos de zumbis, vírus mutantes e pouca munição. E eu garanto, aqui você não irá se assustar – tanto.

ATENÇÃO: A MATÉRIA CONTÉM SPOILERS SOBRE A SÉRIE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

1996 – "Resident Evil": Um "filme B" com ares de "game A".

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Lançado para PlayStation e posteriormente para Sega Saturn, o primeiro Resident Evil colocava o jogador na pele de um membro do time Alpha da força tarefa S.T.A.R.S. (Special Tactics And Rescue Service), na busca do time Bravo, desaparecido na floresta das imediações de Raccoon City. O time Bravo tinha como objetivo investigar uma série de assassinatos brutais na região.

Após encontrar o helicóptero do time Bravo, o time Alpha inicia uma varredura na área, até serem encurralados por cães extremamente ferozes e rápidos, que vão eliminando os membros do time.

Os poucos sobreviventes do time Alpha batem em retirada, até encontrar uma mansão aparentemente abandonada. Presos na mansão, o time inicia uma busca por saídas ou algo que pudesse ajudar a sair da difícil situação. Entretanto, as coisas só pioram...

Durante as primeiras investigações na mansão, o jogador encontra um membro do time Bravo, Kenneth J. Sullivan, morto. Mais do que isso: Ele estava sendo devorado por um tipo de zumbi.

Cabia aos sobreviventes do time Alpha (Albert Wesker, Chris Redfield, Barry Burton e Jill Valentine) descobrir de onde veio este zumbi, o que aconteceu com os demais membros do time Bravo e encontrar um meio de sair desta macabra mansão.

Durante o desenrolar dos fatos, descobre-se que a mansão é local de experimentos ilegais, sob a liderança do conglomerado médico Umbrella. As pesquisas indicavam a criação de um tipo de vírus mutagênico chamado T-Virus (Vírus T).

Na parte final do game é revelada a verdadeira identidade de Wesker, como um agente da própria Umbrella.

O jogador tinha como opção jogar com Chris Redfield ou Jill Valentine. Chris é mais forte, agüentando melhor as investidas dos inimigos, e também possui maior poder de fogo. Já Jill é mais ágil, podendo carregar mais itens, além de contar com o item Lockpick, que permite destrancar fechaduras mais simples sem a necessidade de procurar por chaves.

Durante o game, o jogador podia contar com o apoio esporádico de Barry Burton, especialistas em armas do time Alpha (ele dá apoio à Jill, fornecendo novas armas ou muinições), ou com Rebecca Chambers, para-médica do time Bravo (que dá apoio a Chris, curando o personagem com ervas ou medicamentos). Wesker também dá apoio ao jogador durante o game, em determinadas situações.

A jogabilidade do game era boa, apresentando uma dificuldade elevada, dada a pouca munição que o jogador encontrava ao desenrolar da trama, bem como a limitada capacidade de se carregar itens e a pouca quantidade de itens para recuperar a energia perdida por eventuais ataques dos monstros.

Soma-se a necessidade constante do jogador ter que revirar a mansão diversas vezes na busca por itens, como chaves, documentos ou outros itens para dar avanço no game. Por muitas vezes isso era frustrante, mas servia para obrigar o jogador a passar novamente por locais já visitados. E nada impedia que na segunda visita algum monstro pudesse saltar do nada contra o jogador, que, por sua vez, poderia não estar esperando um ataque num lugar onde antes nada havia. Depois da terceira vez que isso acontecesse, o terror psicológico já estaria fazendo efeito sobre o jogador.

Os gráficos tridimensionais impressionaram na época, bem como um sistema de loadings dados através de pequenas animações de portas sendo abertas, no transcorrer de um ambiente para outro, dando maior fluidez ao game.

Talvez o maior fator negativo do game seja suas animações feitas com filmagens reais, com atores interpretando os personagens. A interpretação era péssima, dando ares cômicos ao game, lembrando os "filmes B" de terror.

Até hoje é possível encontrar alguém fazendo menção a esta triste e cômica peculiaridade do primeiro Resident Evil.

De modo geral, a crítica foi positiva e era claro que o game teria uma continuação.

Vale mencionar que em 2003 foi lançada uma versão re-make do game, para o Game Cube da Nintendo. Apresentando gráficos soberbos, novas opções e localizações da mansão, adaptações no enredo original (dando maior seriedade ao game) e a possibilidade de se carregar novas armas, como punhais e aparelhos de choque.

E, é claro, as filmagens originais foram substituídas por animações em computação gráfica de alta qualidade. A IGN afirmou que esta versão era "o game mais assustador que já jogamos".

A versão do Game Cube vendeu sozinha mais de 1,35 milhões de cópias.

1998 – "Resident Evil 2: Continuação e status de clássico.

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A continuação da saga teve seu lançamento inicial para PlayStation, e posterior lançamento para Nintendo 64, Dreamcast, PC e Game Cube.

O game narra a tomada de Raccoon City pelo T-Virus, tornando-a uma cidade de zumbis e outras aberrações. Nela, alguns sobreviventes tentam encontrar um meio de escapar do caos.

Entre os sobreviventes, temos os personagens controláveis Leon S. Kennedy, oficial de polícia que acaba de ser transferido para Raccoon City, e Claire Redfield, estudante que está na busca de seu irmão, Chris Redfield.

Durante o game também conhecemos Ada Wong e Sherry Birkin. Ada é uma espiã enviada para investigar os estranhos acontecimentos que assolam as imediações de Raccoon City. Já Sherry é filha do cientista William Birkin, criador do G-Virus (Vírus G), uma variante do T-Virus.

Com o desenrolar dos fatos, descobre-se que Chris está na Europa, tentando impedir as ações da Umbrella.

A jogabilidade do game apresenta uma melhoria significativa, tanto em gráficos como em opções. No game, a quantidade de zumbis e outros inimigos surgindo ao mesmo tempo é bem maior, se comparado ao game anterior. Além disso, agora o jogador podia ter noção de como estava a saúde do personagem apenas pela sua animação. Em situações normais, o personagem caminha sem maiores dificuldades. Em situações intermediárias, o personagem caminha cobrindo o estômago (como se tivesse uma ferida na área). Por fim, quando a energia do personagem estivesse em situações críticas, o mesmo caminharia com dificuldade, mostrando seriedade nos seus ferimentos.

As animações de morte do personagem também estavam mais brutais. No game anterior, as animações não continham uma violência tão explicita. Neste episódio, por exemplo, podemos ver o personagem ser devorado vivo por um inimigo, culminando na tela de Game Over.

Também temos outra novidade no game, em termos de jogabilidade: A inclusão de um "cenário alternativo" (Scenario B), colocando o jogador em situações de dificuldade mais elevada, com pequenas mudanças de enredo e trajetória do game.

Além disso, no final do game, o jogador é julgado de acordo com o seu tempo, quantidade de medicamentos utilizados e outros fatores. Dependendo do seu resultado, o game desbloqueava novas opções e modos de jogo.

A crítica ao game foi positiva, embora alguns pontos tenham sido duramente criticados.

A GameSpot condenou o sistema de inventário, dizendo que os "baús mágicos" presentes no game tiravam um poço da dificuldade do game, bem como seu realismo (fazendo referência aos baús de estoque de itens, que permitiam o estoque e retirada de qualquer item nele depositado, não importando qual baú o jogador abra). Outro ponto criticado do game foi seu sistema de mira em conjunto com os ângulos fixos de câmera, tornando o conjunto penoso, como apontado pela IGN.

Apesar destas críticas, Resident Evil 2 consolidou a franquia, permitindo um novo título no ano seguinte.

1999 – "Resident Evil 3: Nemesis: O antes e depois de Raccoon City.

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Nemesis (ou Last Escape no Japão) é o último game da série Resident Evil para o PlayStation. Posteriormente ele foi lançado para PC e Dreamcast. Atualmente, há a possibilidade de se baixar o game na PlayStation Network, para o PlayStation 3 e PlayStation Portable.

O game narra acontecimentos que antecedem os eventos de Resident Evil 2 (mais precisamente, os eventos entre Resident Evil e Resient Evil 2). Posteriormente, o game narra os eventos que selam o destino de Raccoon City (pós Resident Evil 2).

Aqui, voltamos a controlar Jill Valentine (do primeiro Resident Evil), na sua fuga da cidade de Raccoon (após escapar da mansão do primeiro game). Durante sua fuga, encontramos o UBCS (Umbrella Biohazard Countermeasure Service), um time da Umbrella designado a combater acidentes biológicos.

No meio da fuga, Jill e o UBCS enfrentam o Nemesis, uma versão "domesticada" do Tyrant (chefe final do primeiro Resident Evil), sob comando da Umbrella. Além da força do Tyrant original, Nemesis apresenta habilidades novas para um monstro da série: Corre, sabe usar armas de fogo e persegue o personagem não importa pra onde ele vá (as famosas transições de cenário).

Descobre-se que Nemesis tem como objetivo eliminar os membros restantes da S.T.A.R.S., ou seja, Jill.

No final do game, Raccoon city enfrenta um trágico final: O governo dos Estados Unidos autoriza a destruição da cidade com um ataque nuclear, com o objetivo de eliminar o perigo do T-Virus. Assim, as ações da Umbrella tornam-se públicas e a empresa começa a sua decadência.

Ao contrário dos games anteriores, em Nemesis o jogador não pode escolher o personagem com que quer jogar, sendo obrigado a controlar apenas Jill (em determinados momentos pode-se controlar Carlos Oliveira, um dos membros do UBCS).

Outra mudança na série é a possibilidade de se enfrentar o chefe final Nemesis em qualquer momento, já que ele vaga aleatoriamente pela cidade. E mesmo que o jogador elimine-o, ele será obrigado e enfrenta-lo novamente no final do game. Esta possibilidade de confronto iminente dá uma sensação de terror a mais ao game.

As novidades também não são poucas. Agora o jogador podia criar suas próprias munições, através de combinações com outros itens e armas (anteriormente, o jogador apenas melhorava a arma com itens designados exclusivamente para isso, ou reunia diferentes tipos de ervas para resultar em melhores medicamentos).

Subir e descer escadas para evitar inimigos também não era mais uma possibilidade. Se antes os inimigos pareciam não saber usar as escadas (o famoso efeito de parede invisível), agora as coisas mudam. Em contrapartida, você agora podia circular livremente pelos degraus, sem precisar apertar o botão de ação para subir ou descer a escada.

O game conta com oito diferentes finais, variando de acordo com as decisões que o jogador toma em determinados momentos do game.

Se Resident Evil 2 não foi bem recebido pela crítica especializada, o mesmo não vale para Nemesis. O game recebeu várias notas elevadas e elogios.

A IGN afirmou na época que Nemesis "desdobra maravilhosamente" a história da franquia, combinada com o "estilo preciso de jogabilidade". A GameSpot também ressaltou a história da franquia: "A franquia RE continua refinando uma já excelente história".

O game serviu de base para o – não tão elogiado – filme Resident Evil: Apocalypse.

2000 – "Resident Evil Code: Veronica": Fora da Sony, dentro do sucesso.

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Code: Veronica (ou simplesmente Veronica no Japão) é o primeiro game da franquia da Capcom que não foi lançado para um console da Sony (no caso, o PlayStation).

O game narra a continuação da busca de Claire pelo irmão Chris, após o término de Resident Evil 2. Para tanto, Claire viaja até Paris (em Resident Evil 2 foi informado que Chris estava na Europa), deixando Leon e Sherry (a filha do criador do G-Virus) para trás.

Claire tenta invadir uma fábrica da Umbrella, mas acaba presa em Rockfort Island, onde conhece Steve Burnside, outro detento da ilha. Paralelamente, descobrimos que Albert Wesker continua vivo e trabalhando para a Umbrella (era creditada a sua morte no primeiro Resident Evil). Sua missão é encontrar outra variante do T-Virus: O T-Veronica. Ao mesmo tempo, Wesker libera o T-Virus pela ilha.

As tentativas de fuga de Claire são fracassadas, até a chegada de seu irmão. Chris teria entrado em contato com Leon, que explicou a busca de Claire ao desaparecido integrante da S.T.A.R.S.

A partir de então, dá-se uma série de conflitos e reviravoltas na história do game (como Chris e Wesker lutando juntos contra um dos chefes do game, com posterior fuga de Wesker), culminando na morte de Steve (após ser contaminado com o T-Veronica), a fuga de Wesker (levando consigo o corpo contaminado de Steve) e a certeza que Wesker e Chris ainda iriam se enfrentar novamente.

Os gráficos de Code: Veronica sofrem grandes mudanças em comparação com Nemesis. Agora os cenários eram em 3D não renderizados, o que permitia uma movimentação mais livre da câmera (ao contrário da câmera fixa de Resident Evil 2, por exemplo).

Outra inovação do game é a possibilidade de se empunhar duas pistolas simultaneamente, além da possibilidade de continuar o game de determinado ponto se o personagem morresse (os chamados Continues). De resto, o game manteve os mesmos padrões de Nemesis, como a jogabilidade.

O jogador inicia o game controlando Claire na sua primeira metade. Na segunda metade, o jogador controla Chris. Em alguns momentos também é possível controlar Steve Burnside.

O game é considerado o verdadeiro Resident Evil 3, já que dá continuidade aos eventos de Resident Evil 2, enquanto que Nemesis narra uma história paralela.

Versões para PlayStation 2 e Game Cube foram lançadas posteriormente, na Versão Veronica X (Veronica ~Complete Edition~ no Japão). Tal versão conta com mais animações durante o game e pequenas mudanças nos gráficos, mantendo os demais fatores intactos.

A crítica elogiou muito a versão para Dreamcast. Com a IGN dando uma nota 9,2 de 10, enquanto que a GameSpot deu 9,5 de 10. Segundo a GameSpot, este era "o melhor game da série", com "um dos melhores gráficos vistos no Dreamcast".

Já a GamePro deu 4,5 de 5. Em contrapartida, a versão de Game Cube recebeu notas medíocres, como a nota 1 de 5 pela X-Play.

2002 – "Resident Evil Zero": Como tudo começou.

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Resident Evil Zero volta no tempo com o objetivo de mostrar como a história criada pela Capcom começou.

Para tanto, o game narra a chegada do time Bravo na floresta próxima de Raccoon City. O helicóptero do time sofre uma pane e é obrigado a fazer um pouso de emergência. Em pouco tempo o time encontra, próximo do local do pouso forçado, um comboio militar. Nele, restam apenas mortos. Com a situação, o time Bravo inicia uma busca e varredura pela área, atrás e pistas sobre o crime.

Rebecca Chambers (que dá apoio a Chris no primeiro game) acaba encontrando um trem parado no meio da floresta: o Ecliptic Express. Dentro dele, ela encontra o passageiro que o comboio militar levava, o acusado de 23 assassinatos Billy Coen.

Após enfrentar algumas aberrações, como estranhas sanguessugas, a dupla percebe que o trem esta andando, rumo a um desfiladeiro. Para evitar um fim trágico, os dois acionam os freios do trem, mudando o curso do mesmo para um antigo laboratório e centro de treinamento.

Lá, Coen revela que era um soldado que combatia milícias na Guerra Civil africana, sendo obrigado a matar pessoas contra a sua vontade e, posteriormente, descobriu que as ordens de execução eram baseadas em informações falsas.

A dupla acaba descobrindo a existência do Progenitor Virus, a base do T-Virus, desenvolvido pelos responsáveis da instalação em que se encontram. Combinado com o vírus ebola e o DNA de sanguessugas, o Progenitor Virus, dá como resultado o T-Virus.

Baseada nestas informações, o game narra o nascimento da praga que assolaria toda a cidade de Raccoon, bem como a fuga de Rebecca do local, até entrar na mansão, palco do primeiro Resident Evil.

O game utiliza um sistema de duplas, similar ao presente em Resident Evil 5, onde o jogador controla um personagem e a inteligência artificial do game o outro. Ou ainda é possível dividir a dupla e cada um explorar um cenário, ao mesmo tempo. Esse sistema de dupla permite a criação de novos tipos de quebra-cabeças para o game (quem jogou Hauting Ground, do PlayStation 2, sabe do que se trata).

Outra novidade do game é a possibilidade de se deixar itens no chão, para que ele possa ser coletado posteriormente, em outra situação. Isso elimina a existência dos baús fixos pelo cenário.

Fora isso, o game apresenta as mesmas características dos demais games da franquia.

Planejado para ser lançado para o Nintendo 64, a recepção do game foi positiva, com boas notas. A IGN afirmou que o game cumpria a premissa de ser assustador, embora os quebra-cabeças e controles fossem fracos, dando a nota 8,2 de 10.

2004 – "Resident Evil: Outbreak": Multiplayer.

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Outbreak caracteriza-se pela sua postura voltada para o multiplayer, similar ao que o game Left 4 Dead proporciona.

O game narra a luta de alguns sobreviventes de Raccoon City, entre Resident Evil 2 e Nemesis.

Outbreak permite que vários jogadores atuem ao mesmo tempo no desenrolar de cinco cenários, com dificuldade que varia de acordo com a quantidade de itens e armas disponíveis.

Os gráficos e jogabilidade são similares ao de Zero, não apresentando grande inovação. Talvez o destaque seja a possibilidade de comunicação com outros jogadores através de frases distribuídas pelos botões, cada uma com uma função (como pedir ajuda ou afirmar algum pedido feito).

A crítica do game também não apresentou grande recepção, com notas medianas, como um 7,2 de 10 da GameSpot e 7,6 de 10 da IGN.

Apesar dessa recepção fraca, o game teve uma continuação.

2004 – "Resident Evil: Outbreak File #2": Multiplayer de novo.

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O segundo game da série Outbreak segue as tendências de seu antecessor, mantendo o sistema de comunicação e jogabilidade, embora incluísse novas modalidades e desafios.

Uma mudança interessante no game era a possibilidade de se atirar e andar ao mesmo tempo.

Dividido em cinco cenários, o game continua a narrativa iniciada no primeiro Outbreak, com os mesmos personagens e a mesma linha do tempo do seu antecessor.

As notas dadas foram medianas, como a da GameSpot (6,6 de 10), com críticas na inteligência artificial do game (para quem não jogasse no modo multiplayer on line), gráficos abaixo da média e quebra cabeças sem muita necessidade ou capricho.

Com duas tentativas sem muito sucesso, a franquia abandonou as possibilidades multiplayer... Pelo menos por enquanto.

2005 – "Resident Evil 4": Renovação?

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Resident Evil 4 renova a série, dando maior ênfase para batalhas contra múltiplos inimigos, em cenários mais abertos e com uma maior quantidade de munição e itens que recuperam a energia.

Por estes fatores, muitos consideram o episódio como o inicio da decadência da franquia, colocando em segundo plano o fator terror.

A história do game narra o retorno de Leon como protagonista, agora um agente do Serviço Secreto americano. Seu objetivo é encontrar Ashley Grahan, filha do presidente dos Estados Unidos, seqüestrada por um culto chamado Los Illuminados.

Leon inicia sua busca nas proximidades de um vilarejo rural da Europa, até descobrir que os habitantes do local são extremamente hostis, parecendo não estarem dentro de sua sanidade. Leon, então, é obrigado a abrir caminho entre a horda de civis descontrolados.

Posteriormente, ele é infectado por um tipo de parasita chamada Las Plagas. Adiante, ele depara-se com Ada Wong e Jack Krauser, seu mentor durante os treinamentos do Serviço Secreto, além de Luis Sera, pesquisador do culto. Sera fornece documentos que mostram o que exatamente são os Las Plagas: insetos que permitem controlar a mente dos infectados.

O plano do culto é infectar Ashley e devolve-la ao presidente, para que ela possa infectar os demais políticos da Casa Branca. Ciente disto, Leon inicia uma corrida contra o tempo para encontrar a garota, impedir sua contaminação e conseguir extrair o parasita dentro dele, antes que seja tarde demais.

No final do game, vemos Ada fugindo de helicóptero, levando consigo uma amostra do Las Plagas.

A jogabilidade do game foi modificada, agora com a câmera fixa atrás de Leon, ligeiramente à direita (o chamado Shoulder View). O sistema de câmeras semi-fixas não existia mais, permitindo uma exploração de cenários amplos.

Aproveitando-se disto, o game insere a novidade de miras laser nas armas, dando maior sensação de profundidade. O game também insere um sistema mais contextual de danos nos rivais. Dependendo do local onde for atingido, o inimigo irá reagir de maneiras diferentes.

Também foi inserido o sistema de ações contextuais. Dependendo da situação, o jogador poderia apertar determinado botão para que Leon executasse uma ação correspondente, como pular uma cerca ou executar um salto mais elaborado. Este recurso é muito utilizado contra as lutas com os chefes do game, onde um erro pode significar a morte do personagem.

A crítica aclamou o game, concedendo notas elevadas para o mesmo. A revista oficial da Nintendo (Nintendo Power) e a revista oficial do PlayStation (Official U.S. PlayStation Magazine) concederam ao game o título de Game do Ano de 2005. O canal G4 chegou a afirmar que este era o melhor Resident Evil de todos.

A GameSpot condecorou o game com a nota 9,6 de 10, apenas ressaltando pequenos problemas gráficos e diálogos tolos (piadista), contrastando com o clima do game. Já a GameSpy vai mais longe e dá a nota máxima ao game, afirmando que você deveria esquecer "tudo o que você sabe sobre survival horror", pois Resident Evil 4 "chegou com um estilo completamente novo de jogabilidade", apresentando uma "jogabilidade de ação/aventura absolutamente primorosa – sim, Ação... com A maiúsculo".

Por fim, a IGN afirma que Resident Evil 4 é "o melhor game de survival horror já feito", dando a nota 9,8 de 10.

Muitos consideram Resident Evil 4 o melhor game do Game Cube.

2007 – "Resident Evil: The Umbrella Chronicles": O lado negro da força.

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The Umbrella Chronicles narra diversos acontecimentos da franquia, sempre envolvendo o conglomerado Umbrella.

Lançado exclusivamente para o Nintendo Wii, o game é um rail shooter (espécie de FPS com movimentação automática, como o clássico Virtua Cop, do Sega Saturn) que conta fatos entre os games Resident Evil Zero, Resident Evil e Resident Evil 3: Nemesis.

A jogabilidade do game segue a premissa de todo rail shooter: atirar nos inimigos, através do Wii Remote, esperar a câmera avançar automaticamente para o próximo ponto e repetir o processo. Para evitar a mesmice, o game permite que o jogador realiza movimentos limitados para os lados, para visualizar uma área maior. Além disso, em determinados momentos, o jogador passa para uma visão em terceira pessoa para realizar ataques corpo-a-corpo, além de movimentos especiais para evitar armadilhas (como os movimentos contextuais de Resident Evil 4).

Entretanto, o destaque do game é a explicação dada aos fatos que envolvem os games que compõem The Umbrella Chronicles, como a forma que sobreviveu no primeiro Resident Evil, o envolvimento misterioso de Ada Wong com as ações da Umbrella e a forma que se dá a queda do conglomerado após os fatos de Nemesis.

A crítica ao game foi positiva, embora tímida. A IGN, por exemplo, afirma que o game possui um visual "incrivelmente divertido", embora sinta falta de explicações sobre os fatos de Resident Evil 2 e 4, além de uma jogabilidade lenta. Ao final sua nota foi 7,9 de 10.

2009 – "Resident Evil 5": "Por um futuro sem medo".

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Resident Evil 5 é o último game da franquia até o momento. Carregando consigo o título de game da franquia que mais vendeu ata hoje (contando mais de 5 milhões de cópias), o game já é considerado um sucesso comercial.

O game se passa dez anos após os acontecimentos do primeiro Resident Evil, com Chris Redfield como integrante da BSAA (Bioterrorism Security Assessment Alliance), em missão na África, com o objetivo de investigar uma possível ameaça terrorista através de armas biológicas.

Em território africano, ele conhece aquela que será sua parceira nas investigações: Sheeva Alomar. A missão da dupla é investigar, juntamente com outros membros da BSAA, as intenções de Ricardo Irving, contrabandista que pretendia vender uma espécie de arma biológica no mercado negro. Ao chegarem ao local onde Irving estaria, a dupla depara-se com uma multidão ensandecida.

Com o desenrolar dos fatos, a dupla acaba tendo acesso a arquivos que contem a foto de Jill Valentine, antiga parceira de Chris. Sem saber do que se trata, Sheeva continua dando apoio ao antigo membro da S.T.A.R.S., até eliminarem toda a horda de inimigos que surgiam. Irving, durante o conflito, é visto sendo salvo por uma misteriosa figura encapuzada. Durante este salvamento, Irving deixa para trás documentos indicando um local onde são realizadas experiências com a tal arma biológica: Um parasita.

Todo o conflito não passa de uma isca para atrair a atenção da BSAA.

Após o conflito, os dois percebem que são os únicos sobreviventes do local.

Chris, então, admite para Sheeva o real motivo de estar nesta missão: Encontrar Jill, dada como morta após combate contra Wesker.

A partir daí a dupla vai abrindo caminho e descobrindo uma série de segredos e planos de dominação mundial.

Assim como em Zero, Resident Evil 5 usa um sistema de duplas para o game. A grande diferença é que aqui, Sheeva é controlada pela inteligência artificial do game na sua totalidade (ou por um segundo jogador no modo cooperativo) e de maneira conjunta.

Ainda baseando-se no sistema de dupla, os personagens podem trocar itens, como munições, remédios e outros itens, além de poder curar o parceiro, dando maior importância para a cooperação.

A câmera é similar a vista em Resident Evil 4, bem como o modo de ações contextuais, mostrando que a tendência da Capcom é manter a fórmula do tão controverso episódio.

A recepção do game pela crítica especializada foi muito positiva. A Game Informer deu a nota 9,5 de 10, apontando problemas apenas na velha mecânica do game, que impossibilita o jogador de se mirar e andar ao mesmo tempo (como em Dead Space).

A GameSpot também menciona este problema de mira, além de problemas no modo on line, como a impossibilidade de se trocar de armas com o parceiro, ganhando a nota 8,5 de 10.

Entretanto, mais do que falar de notas, o grande ponto da recepção ao game está nas acusações de racismo que o game apresenta.

Em entrevista à revista Computer Games Magazine, o produtor Masachika Kawata afirmou que "nós [Capcom] estamos no ramo do entretenimento – Não estamos aqui para declarar nossa opinião política ou qualquer coisa do gênero. É triste que algumas pessoas pensem assim.".

O editor da Newsweek, N'Gai Croal, afirmou que o trailer do game continha "clássicas imagens de racismo" (a imagem de um branco musculoso atirando em negros "desumanizados" e arcaicos não agradou muito).

Indiferente disso, o game segue com boas vendas.

Não sabemos quando a Capcom irá nos entregar outro Resident Evil (por hora, sabe-se que teremos dois títulos a caminho: Resident Evil: The Darkside Chronicles e Resident Evil Portable, para Wii e PlayStation Portable, respectivamente), mas é certo que a franquia tem tudo para continuar nos planos da empresa.

Se o game já não apresenta tantos fatores de survival horror ou não, cabe a cada um dizer. Só podemos afirmar que a franquia é referência e deverá ser lembrada por muito tempo, por tudo que ela representa.

Referências e Fontes

Capcom.com
Eurogamer.net
Gameinformer.com
Gamespot.com
Gamespy.com
GameTrailers.com
Google.com
IGN.com
Residentevil.com
Wikipedia.org
Youtube.com