GT5 melhor do que a realidade

Para muitos entusiastas de jogos de corrida e fãs da série Gran Turismo em 2009, a promessa do Gran Turismo 5 para o PlayStation 3 era tão avançada gráfica e detalhadamente que o mundo virtual do jogo began a ser comparado favoravelmente com o mundo real. O termo "GT5 melhor do que a realidade" capturava o sentimento de que Polyphony Digital estava criando uma simulação de condução não apenas realista, mas visualmente superior à experiência de dirigir um carro em certas condições.

A expectativa girava em torno dos gráficos que o PlayStation 3 era capaz de produzir, com reflexos dinâmicos em tempo real nos corpos dos carros, destruição detalhada, iluminação avançada e um número massivo de veículos licenciados, muitos dos quais eram réplicas perfeitas dos seus equivalentes do mundo real. A atenção da Polyphony Digital aos detalhes era lendária, desde a textura do asfalto até a forma como a luz se comportava ao atravessar o vidro do para-brisa.

O conceito de "melhor que a realidade" também se estendia à física. O jogo prometia um sistema de física que simulava não só a condução, mas também os efeitos de diferentes condições de pista e clima com um grau de fidelidade que, para muitos jogadores, superava a sensação de dirigir em alguns cenários reais, oferecendo um controle e uma previsibilidade que a própria vida nem sempre提供. Era uma simulação que buscava ser a essência pura da experiência automotiva, filtrada e aprimorada para o entretenimento.

Embora o jogo tenha sido lançado posteriormente, em 2010, e tenha cumprido grande parte dessa promessa, o período de espera e os trailers impressionantes alimentaram um mito na comunidade de gamers: a ideia de que afronta entre os pixels de alta definição do PS3 e o mundo físico estava sendo ganha por aqueles pixels. Uma curiosidade que perdura entre os veteranos do PlayStation.